| Indíce do artigo |
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| Estágios de Desenvolvimento Organizacional |
| Nascimento |
| Crescimento |
| Maturidade |
| Diversificação |
| Declínio |
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As teorias de ciclo de vida sugerem que em cada fase ou estágio do desenvolvimento das empresas, as organizações adoptam formas estruturais distintas, definidas em função da sua estrutura organizacional (definição de papéis, delegação de responsabilidade, carreira hierárquica, etc.), dos seus sistemas de organização (Registo de Operações, Inventário, Pessoal, etc.) e dos aspectos ligados á Estratégia (a adopção de objectivos a longo prazo e a afectação de recursos a esse fim).
Espera-se que um determinado número de mudanças operem de uma forma típica quando pequenas e jovens organizações se vão transformando em velhas, maiores e, consequentemente, mais complexas organizações.
Os estágios de Desenvolvimento Organizacional podem ser interpretados como fases ou períodos que as organizações atravessam, e que são reconhecidos por determinadas características distintivas que se reflectem nas infra-estruturas organizacionais.
Esses estágios não são permanentes e sucedem-se ao longo da vida das empresas como resultado da mudança que as organizações vão naturalmente sofrendo com a continuidade da(s) sua(s) actividade(s).
Esta aproximação não significa, no entanto, que todas as organizações passem obrigatoriamente por todos os estágios e que estes se sucedam sequencialmente. Muitos casos há de empresas que já nasceram grandes, de empresas que nunca cresceram ou de empresas que inverteram a sua evolução.
Apesar dos vários modelos de ciclo de vida apresentarem concepções de faseamento distintas, verifica-se que existem 5 estágios comuns à maioria dos modelos, mesmo que diluídos ou integrados noutras fases de desenvolvimento organizacional.
Esses estágios são o Nascimento, o Crescimento, a Maturidade, a Diversificação e o Declínio.



Estágios do Ciclo de Vida


